O filme “Christmas at the Kringles”, lançado no final de outubro de 2026, chegou ao público carregando uma das piores avaliações possíveis no Rotten Tomatoes. A produção de terror e ação recebeu 0% no Tomatômetro, sinalizando rejeição unânime da crítica especializada.
Dirigido por Kevin Lewis, conhecido por “Willys Wonderland”, o longa traz um roteiro escrito por Zack Imbrogno, que mescla ação e comédia para narrar a história de uma família suburbana lidando com vizinhos obcecados pelo Natal e com intenções perigosas. O elenco conta com nomes como Ron Livingston, Rachel Bilson, Beverly D’Angelo e Rob Riggle.
Recepção negativa e avaliação no Rotten Tomatoes
Desde sua estreia em 30 de outubro de 2026, “Christmas at the Kringles” recebeu 19 críticas negativas, resultando em uma pontuação extraordinariamente baixa de 0% no Tomatômetro. A média geral das resenhas aponta nota 3,1 de 10, demonstrando um descontentamento geral além do simples desapreço.
Algumas críticas destacaram notas extremamente baixas, como D- de Adam Courtliff, do InSession Film, e zero de cinco para Russ Simmons, da KKFI-FM Kansas City. Até as avaliações menos severas chegaram a 2/5 ou 4/10, entre elas a feita por Alex Harrison, do ScreenRant.
Na análise de Harrison, o filme até indica um potencial na história, mas a execução, especialmente no aspecto cômico do primeiro ato, é crítica. A tentativa de criar tensão após esse momento acaba exagerada e pouco convincente. Ele também aponta que a construção do universo do filme é bastante desorganizada e que, apesar de tentar revelar detalhes aos poucos, o enredo se mostra transparente rápido demais.
Desempenho na bilheteria e lançamento atípico
O longa estreou no fim de semana do Halloween, data tradicional para lançamentos de terror, mas a escolha se mostra questionável, pois após o dia 31 a procura por esse tipo de filme diminui bastante. Além disso, o tema natalino pode afastar o público que busca algo mais alinhado com o clima típico de Halloween.
Até o momento, o público ainda não enviou avaliações suficientes para o Popcornmeter do Rotten Tomatoes, o que pode indicar receio na aceitação popular. Caso o público reaja de forma semelhante à crítica, as perspectivas de bilheteria tendem a ser ruins.
Concorrência acirrada no mercado cinematográfico
“Christmas at the Kringles” enfrenta forte concorrência, tanto de outras produções de terror como em gêneros diferentes. Um concorrente direto é “Clayface”, do estúdio DC Studios, que está em seu segundo fim de semana e acumula 77% de aprovação crítica e 94% entre espectadores. Outro destaque é o documentário “You Can See Everything”, com impressionantes 97% de aprovação dos críticos e 96% do público.
Este cenário competitivo torna ainda mais difícil para o filme se destacar, principalmente com uma crítica e recepção negativa tão acentuadas. Para os interessados em novidades do cinema de horror, os resultados recentes reforçam uma divisão clara entre títulos bem-sucedidos e aqueles que não conseguem conquistar a atenção do público.
Informações sobre o filme Christmas at the Kringles
Título: Christmas at the Kringles
Gêneros: Terror, Ação, Comédia
Classificação: R (restrito)
Data de lançamento: 30 de outubro de 2026
Duração: 98 minutos
Diretor: Kevin Lewis
Elenco principal
- Ron Livingston como Mark Severson
- Rachel Bilson como Julie Severson
- Rob Riggle como Papai Noel bêbado
- Arden Myrin como Carol Kringle
Roteiro: Zack Imbrogno
Produtores: Jordan Dykstra, Kevin Lewis, Tom Ortenberg, Andrew Ortenberg, Liam Finn
Para quem acompanha lançamentos recentes, a recepção de “Christmas at the Kringles” serve como exemplo do desafio que filmes híbridos de terror e comédia enfrentam atualmente. Se o assunto interessa, vale a pena seguir notícias de outros títulos mais bem avaliados, como o documentário “You Can See Everything” ou o filme de horror corporal “Clayface”.
Este episódio também lembra os dilemas enfrentados em outros lançamentos, como o drama familiar “A Long Winter: drama familiar que mistura cenário impactante e ritmo irregular” disponível na Revista em Veredas, mostrando que o cinema independente continua buscando seu espaço entre as grandes produções.

