Wicker é um filme romântico de fantasia dirigido por Alex Huston Fischer e Eleanor Wilson, que traz a história de Fisherwoman, personagem de Olivia Colman. Cansada das provocações na vila, ela encomenda um marido feito sob medida, criado por um artesão local interpretado por Peter Dinklage. O companheiro ideal, vivido por Alexander Skarsgård, provoca reações inesperadas entre os habitantes da região.
Baseado no conto The Wicker Husband, de Ursula Wills-Jones, o longa promete estrear em 2026, abordando temas como ciúmes, casamento e as normas sociais aplicadas às mulheres. O filme já é comparado a obras como Edward Mãos de Tesoura e A Forma da Água pela forma como explora personagens singulares que desafiam as convenções.
Her (2013)
No drama romântico dirigido por Spike Jonze, Joaquin Phoenix vive Theodore Twombly, um homem solitário que se apaixona por uma inteligência artificial, Samantha (voz de Scarlett Johansson). O longa explora o significado do amor numa relação sem contato físico, trazendo perguntas sobre o que faz um relacionamento ser autêntico.
Assim como Wicker, Her discute conexões emocionais com parceiros não convencionais. Enquanto Fisherwoman busca um marido real, Theodore desenvolve uma ligação profunda com um ser incorpóreo, destacando diferentes perspectivas sobre o afeto genuíno.
A Bela e a Fera (1991)
Este clássico da Disney acompanha Belle, uma jovem que se torna prisioneira de um príncipe enfeitiçado e transformado em fera. Por trás da aparência assustadora, ela descobre a bondade dele e confronta a vaidade de Gaston, um pretendente convencional e arrogante.
Tanto A Bela e a Fera quanto Wicker criticam preconceitos superficiais nas relações amorosas. No entanto, enquanto Belle lida com o medo inicial, Fisherwoman escolhe deliberadamente um marido incomum, questionando as expectativas sociais sobre quem merece amor.
The Bride! (2026)
Dirigido por Maggie Gyllenhaal, este filme refaz a criação de Mary Shelley, ambientado na Chicago dos anos 1930. Christian Bale interpreta Frankenstein, que convence uma cientista (Annette Bening) a ressuscitar uma mulher assassinada. Jessie Buckley vive a noiva viva, uma personagem que desafia as regras femininas da época.
Enquanto Wicker mostra uma mulher que cria o marido ideal, The Bride! foca num homem que ganha uma parceira independente e resistente a ser moldada. O longa discute autonomia feminina com um tom mais agressivo, contrapondo a fantasia cômica de Wicker.
The Lobster (2015)
Em uma distopia dirigida por Yorgos Lanthimos, The Lobster apresenta David (Colin Farrell), que precisa encontrar um parceiro em 45 dias após o divórcio ou será transformado em animal — no seu caso, uma lagosta. O filme satiriza a pressão social para seguir regras rígidas sobre relacionamento.
Semelhante a Wicker, essa obra analisa uniões pouco comuns, mas com um humor negro. A crítica ao modelo convencional de amor revela o quanto a sociedade insiste em controlar as relações pessoais, mesmo que isso seja absurdo.
Poor Things (2023)
Por sua atuação como Bella Baxter, Emma Stone ganhou um Oscar de Melhor Atriz em Poor Things, dirigido por Yorgos Lanthimos. Bella é uma mulher ressuscitada por experiências científicas lideradas pelo excêntrico Godwin Baxter (Willem Dafoe), que decide viver intensamente contra as normas sociais.
O filme destaca a autonomia feminina, tema que também é central para Wicker. Ambas as protagonistas rejeitam as limitações impostas às mulheres, sustentadas em performances poderosas e marcantes.
Lisa Frankenstein (2024)
Lisa Frankenstein, com roteiro de Diablo Cody e direção de Zelda Williams, conta a história da adolescente solitária Lisa Swallows (Kathryn Newton), que revive um jovem morto por uma tempestade elétrica. Cole Sprouse interpreta o jovem ressuscitado, que embarca numa relação incomum com ela.
Este filme mistura comédia sombria e afeto pelos diferentes, levantando questões sobre o que define o que alguém merece de amor. Essa narrativa se alinha ao tema principal de Wicker, que questiona quem decide os critérios do amor.
Your Monster (2024)
Melissa Barrera vive Laura Franco, uma atriz cuja vida muda após um rompimento e problemas de saúde. Ao retornar à casa dos pais, ela encontra um monstro no armário que acaba se tornando um companheiro inesperado, em um filme que mistura horror com comédia romântica.
Como em Wicker, o longa fala sobre o desejo feminino e mostra que alguém considerado “monstruoso” pode oferecer mais afeto e compreensão do que relações tradicionais.
Lars and the Real Girl (2007)
Ryan Gosling interpreta Lars Lindstrom, um homem tímido que apresenta para a família a namorada Bianca, uma boneca realista comprada pela internet. Surpreendentemente, seus familiares aceitam Bianca como uma pessoa real, gerando situações emocionantes e sensíveis.
Assim como em Wicker, essa história lida com relacionamentos incomuns. Porém, enquanto Lars tem apoio da comunidade, Fisherwoman enfrenta rejeição, destacando outras nuances do amor não convencional.
Edward Mãos de Tesoura (1990)
Johnny Depp vive Edward, um homem artificial com lâminas no lugar das mãos, que é acolhido por uma comunidade suburbana e acaba enfrentando preconceito e rejeição quando se apaixona por Kim (Winona Ryder). O filme dirigido por Tim Burton é um clássico do romance fantástico.
Wicker e Edward Mãos de Tesoura compartilham o tema de personagens diferentes que mantêm sua humanidade mesmo diante do preconceito. Ambos mostram como a sociedade rejeita quem desafia suas normas.
A Forma da Água (2017)
O premiado filme de Guillermo del Toro acompanha Elisa Esposito (Sally Hawkins), uma faxineira muda que cria vínculo com uma criatura anfíbia aprisionada em uma instalação governamental durante a Guerra Fria. Ela luta para protegê-lo da captura e maus-tratos.
Dentre os filmes mencionados, A Forma da Água é o que mais se aproxima do equilíbrio entre atração física, preconceito social e romance que definem Wicker. Ambos destacam protagonistas femininas que encontram felicidade ao lado de seres rejeitados pelo mundo.
Vale a pena assistir?
Se você gostou de Wicker, os 10 filmes recomendados exploram temas semelhantes de amor não convencional, autonomia e identidades únicas. Essas produções misturam fantasia, drama e comédia para questionar as expectativas sociais com histórias que desafiam o comum.
Além disso, esses títulos trazem performances intensas e direções primorosas que valorizam personagens e narrativas inusitados. Quem acompanha o cenário do cinema romântico e fantástico certamente encontrará nessas escolhas um complemento para a experiência proporcionada por Wicker. Para quem se interessa por novidades na cultura pop, é um caminho para ampliar seu repertório em 2026.
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