O longa histórico de ação The Uprising, com Andrew Garfield no papel principal, será lançado em plataformas digitais a partir do dia 29 de setembro. A produção narra a Revolta dos Camponeses de 1381, na Inglaterra, mostrando Garfield como Ploughman, um camponês que ganha destaque no levante social.
A estreia nos cinemas aconteceu em 10 de setembro, mas obteve resultados financeiros abaixo do esperado. Este foi o pior desempenho de abertura na carreira de Garfield em filmes de lançamento amplo, com arrecadação doméstica inicial de apenas US$ 3,31 milhões. Até o momento, o montante nacional chegou a US$ 6,46 milhões e o total global a US$ 7,76 milhões, valores insuficientes para cobrir os US$ 20 milhões gastos na produção.
Lançamento digital e versões físicas de The Uprising
A Universal anunciou que The Uprising estará disponível para compra digital sem necessidade de assinatura ou anúncios, permitindo maior acesso ao público. Além disso, a versão em disco será comercializada a partir de 3 de novembro, incluindo formatos 4K UHD, Blu-ray e DVD.
Essas edições físicas contarão com conteúdos bônus, como cenas deletadas detalhando momentos do filme, entre elas “The Countess Enters the Council” e “Ploughman Rallies the Farmers”. Também serão disponibilizados vídeos que exploram a recriação histórica da Inglaterra no século XIV e entrevistas com o elenco, o que pode interessar a quem acompanha produções que unem entretenimento e história.
Recepção crítica e controvérsias no marketing do longa
Na avaliação dos críticos, o filme obteve aprovação mediana, com 55% de opiniões positivas no Rotten Tomatoes, enquanto o público classificou o longa com 64%. O crítico Brandon Zachary destacou o trabalho de Andrew Garfield e a relevância dos temas abordados, conferindo 8 de 10 estrelas ao filme.
No entanto, a campanha de marketing gerou confusão ao apresentar o filme com a frase The Rise of Robin Hood e uma sinopse que sugeria ligação direta entre a Revolta dos Camponeses e a lenda de Robin Hood, algo que não condiz com o material original do filme. Essa discrepância pode ter influenciado a percepção do público e a performance nas bilheterias.
Elenco e equipe responsável por The Uprising
O elenco principal destaca Andrew Garfield como Ploughman, acompanhado de Cosmo Jarvis no papel de Wat Tyler e Jamie Bell interpretando John Ball. Outros nomes de peso são Woody Norman como o rei Ricardo II e Katherine Waterston como Joan de Kent, ao lado de Stephen Dillane, Tom Hollander, Thomasin McKenzie, Jonny Lee Miller e Sky Yang.
A produção foi escrita e dirigida por Paul Greengrass, conhecido por sucessos como The Bourne Supremacy e Captain Phillips. A equipe produtora conta com Jason Blum, Gregory Goodman e outros parceiros que colaboraram para o desenvolvimento do filme.
Expectativa após o lançamento digital do filme
O lançamento em plataformas digitais oferece The Uprising uma nova chance para alcançar um público maior, principalmente com a inclusão de cenas extras e conteúdos que destacam o processo de criação histórica. Essa estreia pode ampliar o interesse, compensando o fraco desempenho nas salas de cinema.
Para quem acompanha novidades do entretenimento, o momento também traz destaque para outras produções, como o recente filme de fantasia sombria de George R.R. Martin e Dave Bautista, que lidera o streaming global atualmente. O mercado audiovisual segue aquecido, mesmo com desafios recentes como o enfrentado por The Uprising.
Vale a pena assistir The Uprising?
O filme combina ação, drama e história em uma narrativa envolvente sobre um dos episódios mais marcantes da Inglaterra medieval. Apesar dos números abaixo do esperado no cinema, a obra pode agradar quem gosta de filmes históricos e atuações fortes, sobretudo com o trabalho de Andrew Garfield.
Além disso, a oferta de conteúdo exclusivo nas versões físicas e digitais agrega valor para colecionadores e fãs do gênero, tornando o filme uma opção interessante no catálogo de lançamentos recentes do mercado audiovisual.

